Finados a transformação da vida

Finados a transformação da vida

Padre Hamilton Nascimento e convidados conversam sobre o dia dedicado aos fiéis defuntos e seu significado na Doutrina Católica.

Finados a transformação da vida

(Foto: Arquivo CN)

Após as celebrações de todos os santos e dedicação aos fiéis defuntos, o programa ‘Em Pauta’ desta sexta-feira, 7, a partir das 22h30, conduzido pelo padre Hamilton Nascimento, recebe convidados para falarem sobre essas celebrações seu significado na Doutrina Católica.

Frei Antônio Moser e o escritor formado em filosofia e teologia, Fernando Gomes, participam da atração que aborda o tema ‘Finados: corpos que se corrompem e corpos que se moldam e se refazem’ com o intuito de explicar a ressurreição apontada pela Igreja.

No catolicismo, para os que creem, a vida não é tirada, mas transformada. É uma experiência pessoal, uma passagem, um parto e uma porta para uma nova fase da vida. “Esta é a vida eterna: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que enviaste” (Jo 17, 3).

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Sobre o dia de Finados:
O fundador da festa foi Santo Odilon, abade de Cluny, o qual a introduziu em todos os mosteiros de sua jurisdição, entre os anos 1.000 e 1.009. Na Itália em geral, a celebração já era encontrada no fim do séc. XII e, mais precisamente em Roma, no início do ano de 1.300. Foi escolhido o dia 2 de novembro para ficar perto da comemoração de todos os santos.
A todos os que morreram “no sinal da fé” a Igreja reserva um lugar importante na Liturgia: há uma lembrança diária na Missa, com o Memento (= lembrança) dos mortos, e no Ofício divino. No dia de Finados a Igreja autoriza que cada sacerdote possa celebrar três Missas em sufrágio das almas dos falecidos. Essa foi uma concessão do Papa Bento XV em 1915, quando durante a Primeira Guerra Mundial, julgou oportuno estender a toda Igreja este privilégio de que gozavam a Espanha, Portugal e a América Latina desde o séc. XVIII.

“Os Apóstolos instituíram a oração pelos mortos e esta lhes presta grande auxílio e real utilidade” (In Philipp. III 4, PG 62, 204).

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