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O deserto da Judeia é considerado fértil, onde a vida é muito presente, enfatiza missionária.

Por Adailton Batista
Da Redação

Adentrando os desertos da Terra Santa, a missionária da comunidade Canção Nova Cristiani Herinque mostra, neste programa, a beleza e as riquezas desta terra.

Para Cristiane, este é, sem dúvida, um lugar de contemplação e silêncio, palco de muitos eventos bíblicos. Ela também cita um comentário do professor de línguas semitas, padre Gregor Geiger, ofm:

“O primeiro personagem bíblico que encontramos ligado a este deserto é Abraão. Foi lá que o profeta recebeu a visita de Deus e anunciou a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra. Jesus, para subir de Nazaré até Jerusalém, também passou por Ele.

O deserto é chamado Judeia por causa da sua localização geográfica; ele recebe o nome do povo que vive aqui mesmo desde os antigos tempos: os judeu”.

Quando começam as primeiras chuvas, o deserto fica florido, a vida renasce. Observam-se muitos animais que pastam pela região fértil. Sim, o deserto da Judeia é considerado um lugar fértil, onde a vida é muito presente.

O deserto depois de Cristo

Mosteiro de São Jorge localizado no deserto da Judeia

“Mosteiro de São Jorge localizado no deserto da Judeia”

Logo no primeiro século depois de Cristo, homens de diversas partes do Oriente se deslocaram até este lugar para viver em grutas. Ainda hoje vemos vestígios dos habitantes deste território, como o mosteiro de São Jorge. Construído rente às rochas desérticas e com sua arquitetura singular, o local encanta a todos que por lá passam.

É importante sublinhar que Cristo, por quarenta dias, retirou-se ao deserto antes de Sua pregação, o tempo de Sua vida pública. Ele se retirou em Jericó, lugar, hoje, dedicado ao Mosteiro da Quarentena ou da Tentação, o qual está construído no alto com uma paisagem desértica.

“Há uma sede de plenitude presente em cada homem. Muitas vezes, não entendida, pois mesmo quando os sonhos mais profundos do coração se realizam, são insuficientes para nos tornarmos verdadeiramente preenchidos. Enfim, neste mundo, onde quer que estejamos, sempre necessitaremos de entrar no deserto para saciar este anseio profundo, presente em cada um de nós”, concluiu a missionária.

 

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