Irmã Maria da Trindade: Aos 25 anos, ela atinge o ápice dessa decepção com seus ideais juvenis. Se encontra decepcionada, fracassada, não realizada, incompleta. Nessa noite de desespero, na casa de uma amiga, ela vive um momento em que ela mesma conta e afirma: “Deus não existe e a vida não vale a pena ser vivida, tudo isso não passa de comédia”.
E continua: “Toda uma série, uma longa cadeia de sofrimentos e lutas inúteis me trouxeram a esta amarga sentença: Deus não existe”.
Mas justamente na noite de desespero, no momento mais sombrio de sua juventude, ela vive uma experiência muito singular e simples: ela diz: “É leve como um sonho, e ainda assim teve a força, o poder de virar minha vida de cabeça para baixo”.Em 19 de março de 1928, ela então abraçou a fé católica dizendo: “As perguntas que me atormentavam durante a minha juventude finalmente encontraram uma resposta e, acima de tudo, um porquê, encontrei meu Deus”.

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