Espiritualidade PHN

A importância da Pastoral Carcerária é tema do PHN

Testemunho mostra a importância da Pastoral Carcerária na vida dos penitenciários

O programa PHN desta terça-feira, 20, teve como tema a importância da Pastoral Carcerária nos presídios brasileiros. O programa, que foi exibido às 22h45, contou o testemunho de Arthur Neto, líder da banda ‘Novo Êxodo’, que começou dentro da prisão.

Arthur teve uma infância difícil. Logo na juventude, envolveu-se com drogas e com o crime. Antes de ser preso, não conhecia Jesus, mas, quando estava enfrentando essa realidade, foi alcançado pela misericórdia do Pai. Participando da Pastoral Carcerária no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, em 1995, começou uma banda para animar o grupo que existia lá dentro.

A importância da Pastoral Carcerária é tema do PHN

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

No ano de 1997, a campanha da fraternidade voltou o olhar da Igreja para os encarcerados com o tema: “Cristo liberta de todas as prisões”. No decorrer desta campanha, a Banda Novo Êxodo recebeu a graça de deixar o presídio para levar sua mensagem e sua música para além dos muros da prisão.

Entre 97 e 99, a banda fez shows em vários presídios e também fora deles, mas, por causa da dívida com a sociedade que ainda tinha que ser paga e por continuarem em regime fechado, tiveram que parar o trabalho com a música.

Foram necessários 17 (dezessete) anos para que a dívida com a sociedade fosse paga; e no ano de 2016, a Banda ‘Novo Êxodo’ retomou seu trabalho musical em conjunto com a Pastoral Carcerária. Começaram a gravar o segundo disco e continuaram em ação, a fim de participar ativamente da construção da Casa de Liberdade – casa destinada à acolhida de egressos que não têm onde ficar – em parceria com a Ordem dos Mercedários e com o Grupo Católico de Evangelização Penitenciária – GCEP.

Confira o site da Pastoral Carcerária do Distrito Federal aqui.

Evite nomes e testemunhos muito explícitos, pois o seu comentário pode ser visto por pessoas conhecidas.

comentários

↑ topo