Espiritualidade A Bíblia no meu Dia a Dia

A Bíblia no meu dia a dia - 05/12/2016 - Atos dos Apóstolos 27,1-26

Faça o estudo da Palavra de Atos dos Apóstolos 27,1-26

Segunda-feira, 05 de dezembro, foi refletida no programa ‘A Bíblia no meu dia a dia’ a Palavra de Atos dos Apóstolos 27, 1-26 pela missionária Vera Lúcia Reis.

Confira o vídeo abaixo:

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Faça a reflexão da Palavra de Atos dos Apóstolos 27, 1-26

1.Logo que foi determinado que embarcássemos para a Itália, Paulo foi entregue com outros presos a um centurião da coorte Augusta, chamado Júlio.

2.Embarcamos num navio de Adramito que devia costear as terras da Ásia, e levantamos âncora. Em nossa companhia estava Aristarco, macedônio de Tessalônica.

3.No dia seguinte, fazendo escala em Sidônia, Júlio, usando de bondade com Paulo, permitiu-lhe ir ver os seus amigos e prover-se do que havia de necessário.

4.Dali, fazendo-nos ao mar, fomos navegando perto das costas de Chipre, por nos serem contrários os ventos.

5.Tendo atravessado o mar da Cilícia e da Panfília, chegamos a Mira, cidade da Lícia.

6.O centurião encontrou ali um navio de Alexandria, que rumava para a Itália, e fez-nos passar para ele.

7.Por muitos dias navegamos lentamente e com dificuldade até diante de Cnido, onde o vento não nos permitiu aportar.

8.Fomos então costeando ao sul da ilha de Creta, junto ao cabo Salmona. Navegando com dificuldade ao longo da costa, chegamos afinal a um lugar, a que chamam Bons Portos, perto do qual está a cidade de Lasaia.

9.Passara o tempo – já havia passado a época do jejum – e a navegação se tornava perigosa. Paulo advertiu-os:

10.Amigos, vejo que a navegação não se fará sem perigo e sem graves danos, não somente ao navio e à sua carga, mas ainda às nossas vidas.

11.O centurião, porém, dava mais crédito ao piloto e ao mestre do que ao que Paulo dizia.

12.O porto era impróprio para passar o inverno, pelo que a maior parte deles foi de parecer que se retornasse ao mar, na esperança de chegar a Fenice, para passar ali o inverno, por ser esse um porto de Creta, abrigado dos ventos do sudeste e do nordeste.

13.Soprava então brandamente o vento sul. Julgavam poder executar os seus planos. Levantaram a âncora e foram costeando de perto a ilha de Creta.

14.Mas, não muito depois, veio do lado da ilha um tufão chamado Euroaquilão.

15.Sem poder resistir à ventania, o navio foi arrebatado e deixamo-nos arrastar.

16.Impelidos rapidamente para uma pequena ilha chamada Cauda, conseguimos, com muito esforço, recolher o batel.

17.Içaram-no e, depois, como meio de segurança, cingiram o navio com cabos. Então, temendo encalhar em Sirte, arriaram as velas e entregaram-se à mercê dos ventos.

18.No dia seguinte, sendo a tempestade ainda mais violenta, atiraram fora a carga.

19.No terceiro dia, atiramos para fora com as nossas próprias mãos os acessórios do navio.

20.Ora, não aparecendo por muitos dias nem sol nem estrelas e sendo batidos por forte tempestade, tínhamos por fim perdido toda a esperança de sermos salvos.

21.Desde muito tempo ninguém havia comido nada. Paulo levantou-se no meio deles e disse: Amigos, deveras devíeis ter-me atendido e não ter saído de Creta, e assim evitar esse perigo e essas perdas.

22.Agora, porém, vos admoesto a que tenhais coragem, pois não perecerá nenhum de vós, mas somente o navio.

23.Esta noite apareceu-me um anjo de Deus, a quem pertenço e a quem sirvo, o qual me disse:

24.Não temas, Paulo. É necessário que compareças diante de César. Deus deu-te todos os que navegam contigo.

25.Por isso, amigos, coragem! Eu confio em Deus que há de acontecer como me foi dito.

26.Vamos dar a uma ilha.

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